terça-feira, 24 de junho de 2008

EMAGREÇA SEM ESFORÇO NAS SUAS FERIAS

Praia dos Algodoes - Maraú - Bahia


Sem STRESS, você descansa na rede, passeia na praia, dorme como um anjinho e tem comida balanceada.
Tudo isto a 300 metros da Praia.
Aonde? Na Peninsula de Maraú na Bahia.

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Teremos o prazer de lhe atender.

domingo, 22 de junho de 2008

OSTEOSPOROSE

Ameaça 30 milhões de pessoas



A osteoporose é uma das doenças mais comuns e debilitantes. Resulta em dor, perda de movimento, inabilidade de desempenhar as atividades diárias e, em muitos casos, morte. Entre os principais fatores que contribuem para o risco da doença estão o tabagismo e o sedentarismo. Exercícios durante o início da vida aparecem como importantes na prevenção de futuras doenças ósseas, enquanto estar acima do peso aumenta o risco de fraturas.

Uma das questões amplamente discutidas no congresso foi a situação presente e a evolução futura da osteoporose na América Latina. Segundo pesquisas recentes, nos próximos cinqüenta anos, os números de fraturas de quadril em homens e mulheres, no mundo todo, dobrarão. Hoje, uma em cada quatro fraturas de quadril ocorre na América Latina e na Ásia; em 2050, este número deve aumentar para uma em duas fraturas: os Latino-americanos sofrerão mais que 600.000 fraturas de quadril, com gastos anuais diretos de 13 bilhões de dólares.

No Brasil, cerca de 10 milhões de pessoas sofrem com osteoporose, mas somente uma em cada três é diagnosticada. Destas, somente 20% recebe algum tipo de tratamento. Em relação ao diagnóstico, as pesquisas indicam que a densitometria óssea continua sendo a técnica mais recomendada. Para avaliar risco de fratura, de acordo com Sérgio Ragi, ortopedista da Unidade do Climatério e Menopausa da Universidade Federal do Espírito Santo, pode ser útil a ultrassonometria óssea. "É um exame simples e rápido, que usa o ultra-som como princípio físico. Chegou ao Brasil já em 1996, mas ainda não tem uma boa aceitação por parte dos médicos e, diferente de países da Europa, tem sido muito pouco utilizada no Brasil".


Fonte: Com Ciência

O CÁLCIO em nossa vida

Estudos recentes têm dado, cada dia mais, ênfase ao consumo de alimentos ricos em cálcio para a prevenção da obesidade. Parece impossível, mas não é. Estudos têm mostrado que pessoas que consomem maior quantidade de cálcio em suas dieta tem menor peso.

Não é maravilhoso isso? Pois é, parece ser a quinta maravilha do mundo mas deve-se tomar cuidado quanto ao abuso de alimentos fonte deste importante mineral. Afinal, as principais fontes são os laticínios e, como sabemos, são ricos não só em cálcio como em gordura.

Então
todo cuidado é pouco. Vale sim consumir maior quantidade destes alimentos para ter o resultado semelhante ao mostrado nos estudos mas, para isto, aconselha-se o consumo de leites e iogurtes desnatados e dos queijos magros, como o minas, o cottage e o ricota.


Existem outros alimentos que também apresentam boas quantidades de cálcio e, podemos citar entre eles alguns peixes e vegetais verde-escuros como brócolis, couve, espinafre, agrião e outros. Mas, de acordo com os estudos, a associação entre o maior consumo de cálcio e menor incidência de obesidade só foi encontrada considerando o consumo de cálcio em alimentos lácteos.

Então a dica é simples! Consumir, todos os dias, alimentos lácteos sendo estes pobres em gordura.

Bom Apetite!


O INTESTINO E A CONSTIPAÇÃO

É sabido que a constipação intestinal atinge a maioria das pessoas causando, principalmente, intenso desconforto. Este sintoma consiste na alteração do trânsito intestinal, caracterizada por diminuição do número de evacuações, com fezes endurecidas e esforço à defecação.

As causas mais comuns para a constipação intestinal estão associadas a vida moderna como: o consumo aumentado de fast-foods, falta de horários regulares para as refeições, falta de exercícios físicos. Além disto, a constipação pode estar associada a algumas doenças (neuropatias, hemorróidas, câncer e outras doenças intestinais) e ao uso de alguns medicamentos.

Para o tratamento da prisão de ventre, a alimentação saudável é a melhor opção. Evite o uso de laxantes, pois estes medicamentos acabam “viciando” a mucosa intestinal e o aumento da quantidade será necessária, criando um clico vicioso e muito ruim. Além disso, existem os efeitos colaterais que devem ser considerados.

Consulte as dicas saudáveis.

O APARELHO INTESTINAL


Nós possuímos centenas de tipos diferentes de bactérias residentes no nosso aparelho intestinal, algumas vivendo permanentemente no intestino. A velocidade com que os alimentos são processados e eliminados pelo corpo sob a forma de fezes é essencial.

Quanto mais rápido for este processo, menos tempo existe para a putrefação e o crescimento desenfreado e indesejável de bactérias nos intestinos. A digestão saudável e a eliminação dos alimentos deveria, idealmente, ser completada em 24 horas. Se existe um desequilíbrio de bactérias ou fibras alimentares, este tempo pode aumentar para 72 horas ou mais.

OBESIDADE - UMA EPIDEMIA MUNDIAL

7 de Fevereiro de 2008

Crianças rechonchudas
(Fonte: Carta Capital, por Drauzio Varella)

Trata-se de epidemia mundial. Estima-se que, em 2050, a expectativa de vida nos EUA será até cinco anos menor

Enquanto 6 milhões de pessoas morrem de fome todos os anos, o mundo mergulha na obesidade. A Organização Mundial da Saúde calcula que existam 800 milhões de desnutridos, ante 1,3 bilhão com excesso de peso.
Nos últimos 15 anos, as taxas de obesidade dispararam no mundo inteiro. Mesmo em países da Ásia e da África que convivem com o flagelo da fome, parte significante da população engordou mais do que devia.

Os mexicanos constituem exemplo característico: em 1990, menos de 10% estavam acima do peso saudável; em 2006, cerca de 66% dos homens e 71% das mulheres apresentavam sobrepeso ou obesidade. Diabetes do tipo 2, enfermidade rara naquela época, hoje aflige 13% dos adultos.

No Egito, mais de 60% dos habitantes estão com excesso de peso. Na China, esse número saltou de 13% para cerca de 30% em pouco mais de uma década. No Brasil da Copa de 1970, havia menos de 20% de pessoas nessa condição. Hoje, beiramos 50%.

As crianças não foram poupadas pela epidemia. Pacotes de biscoitos e salgadinhos, refrigerantes à vontade e as horas sedentárias na frente da tevê e dos computadores tornaram-nas bem mais rechonchudas do que nas gerações anteriores.

Em editorial na revista The New England Journal of Medicine, David Ludwig, professor da Harvard Medical School, descreve as quatro fases da epidemia de obesidade pediátrica.

A fase 1 começou nos anos 1970 na América do Norte e se disseminou pelos quatro cantos. O peso médio das crianças aumentou paralelamente ao dos adultos tanto na cidade como no campo, em todas as regiões e grupos étnicos. Uma em cada três crianças americanas apresenta sobrepeso ou obesidade, proporção que chega a um para dois nas negras e nas latino-americanas.

Nessa fase, o impacto sobre a saúde pública é pequeno, porque crianças obesas permanecem relativamente saudáveis por muitos anos.

A fase 2, na qual acabamos de entrar, é caracterizada pela emergência de problemas mais graves. A incidência de diabetes do tipo 2, enfermidade que acometia apenas adultos, aumentou dez vezes entre os adolescentes americanos. Esteatose hepática (acúmulo de gordura no fígado), ausente da literatura pediátrica antes de 1980, hoje ocorre em uma de cada três crianças obesas.

Excesso de peso é causa de problemas ortopédicos, reumatológicos e psicológicos: crianças obesas tendem a desenvolver ansiedade, distúrbios alimentares, depressão e a isolar-se socialmente.

Daqui a alguns anos, entraremos na fase 3, na qual surgirão as doenças cardiovasculares e metabólicas que colocarão a vida em perigo.

Estudos canadenses sugerem que adolescentes obesos, com diabetes do tipo 2, correrão mais risco de sofrer amputação de membros, transplante de rim e morte prematura. Parte significante dos que apresentam esteatose hepática evoluirá para cirrose.

David Ludwig estima que, em 2050, a obesidade pediátrica terá encurtado em dois a cinco anos a expectativa de vida nos Estados Unidos - efeito igual ao de todos os casos de câncer combinados.

Na ausência de intervenções eficazes, entraremos na fase 4, caracterizada pelo aumento da velocidade de disseminação da epidemia.


Acumular excesso de gordura nas fases iniciais da vida pode provocar alterações metabólicas irreversíveis no equilíbrio hormonal, nas células adiposas e nos circuitos que controlam a fome e a saciedade. Adultos obesos têm maior probabilidade de ter filhos gordos, por causa de influências não genéticas, fenômeno conhecido como programação perinatal. É o caso das mulheres que apresentam hiperglicemia na gravidez: seus filhos costumam chegar aos 6 ou 7 anos com excesso de peso.
O autor termina com uma série de indagações. Por que as crianças devem ser bombardeadas com comerciais de junk food? Por que são submetidas às tentações das lanchonetes escolares? Por que não lhes é oferecida a oportunidade diária de exercitar o corpo na escola?

David Ludwig, professor da Harvard Medical School

IMPORTANCIA DE BEBER AGUA


Certo dia uma jovem, de idade inferior a 30 anos, foi atendida em um hospital de Brasília queixando-se de um quadro clínico bastante comum no quotidiano: crises fortes de cefaleia (dor de cabeça).
A mesma relatava já ter recorrido a vários profissionais da área médica, de inúmeras especialidades, de entre as quais destacou otorrinolaringologia, oftalmologia, neurologia, clínica médica e até endocrinologia, tendo sido submetida aos mais diversos tratamentos mediante a presunção de várias hipóteses diagnosticadas. Apesar disso, ainda que tantos cuidados fossem tomados, não tinha conseguido até aquele momento nenhuma melhora.

Ocorreu contudo que, durante a sua consulta, entre várias perguntas habituais, indagou-se sobre a quantidade de água que ela bebia por dia e com que periodicidade. A jovem respondeu que bebia pouquíssima água, porque não sentia sede, principalmente à noite. Terminada a consulta, foi assumida a conduta de suspender todos os medicamentos usados, orientando-a a tomar água adequadamente. Mesmo um tanto quanto descrente, ela voltou para casa disposta a empreender mais uma tentativa.

O tempo passou e, após apenas uma semana, ela voltou ao médico referindo que não sentia mais dores de cabeça, que o seu intestino funcionava melhor e que a sua disposição havia melhorado .... Milagre? Não. Bom senso, mudança e adequação de hábitos de vida. É amplamente conhecida a grande importância de uma ingestão adequada de água para a manutenção da saúde física do organismo, muito embora esse não seja um hábito mantido por grande parte das pessoas.

Todos os organismos vivos são compostos por 50% a 90% de água. O próprio corpo humano é constituído em 70% por água que, em constante movimento, hidrata, lubrifica, aquece, transporta nutrientes, elimina toxinas e intermedeia uma série de reacções químicas no corpo. Preconiza-se um número de 1 copo de 200ml de água por hora em que se estiver acordado.

Assim sendo, a ingestão de água deve ser independente da sede, constante e rigorosa. Cabe ainda ressaltar que não adianta deixar para tomar os 2 a 3 litros necessários diariamente de uma só vez, pois estudos mostram que o estômago capacita apenas 12ml/kg/hora, ou seja, um adulto não conseguirá tomar mais de um litro de uma só vez sem "passar mal". De entre os efeitos mais comuns da falta de hidratação adequada estão:

• A desvitalização dos cabelos;
• A descamação do couro cabeludo;
• Os distúrbios de concentração;
• Problemas com o sono e a memória;
• Menor disposição para realização das actividades diárias;
• Ressecamento dos olhos e tecidos das vias aéreas que, com baixa humidade, sofrem lesões com mais facilidade, tornando-se mais propensos a inflamações e infecções (conjuntivites, sinusites, bronquites, pneumonias);
• Lesões da pele com aparecimento de cravos e espinhas;
• Queda e enfraquecimento dos pêlos;
• Baixa produção de saliva;
• Distúrbio no aproveitamento adequado de vitaminas e sais minerais, com excesso em alguns lugares e falta em outros, levando a cãibras, dormências e perda de força muscular;
• Respiração dificultada, por vezes levando à falta de ar, sobretudo nos exercícios físicos;
• Obstipação e, por vezes, sangramento rectal, devido a fezes ressecadas e endurecidas;
• Impotência ou disfunções erécteis, nos homens;
• Sangramentos vaginais em mulheres.
Para saber se a quantidade de água consumida é a adequada, basta observar a cor da urina, que deve ser incolor. Quanto mais forte for essa coloração, menor é a ingestão de água que está a ser feita.

E mais uma curiosidade: há trabalhos científicos evidenciando que muitos tratamentos com medicações orais, sobretudo anticoncepcionais, terapia de reposição hormonal e anti-hipertensivos, não alcançam o devido sucesso em virtude da baixa ingestão de água por parte do paciente; isto deve-se tanto à má circulação da substância pelo corpo quanto à má absorção da mesma no intestino, processo este dependente da água como veículo de transporte.


Texto adaptado da matéria sobre o assunto, de autoria do médico Ícaro Alves Alcântara, publicada na Revista UNICEUB - Ano IV - Abril 2003.


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